Apresentação geral

“Terapias Lúdicas” é um espaço terapêutico que visa o melhor desenvolvimento do paciente através de um contexto lúdico e prazeroso, beneficiando a saúde cognitiva, psíquica, física e afetiva.

Terapia com criança não funciona do mesmo modo como com adulto. Com o adulto é possível aprofundar verbalmente as questões internas de um modo mais pleno. Como a criança ainda está desenvolvendo o pensamento abstrato e a capacidade de refletir, de se colocar de fato no lugar do outro, prevendo as conseqüências dos seus atos, e como a criança está começando a se perceber como indivíduo com um modo de pensar e de sentir somente dela, o foco da terapia infantil está no lúdico. Daí a importância de um terapeuta lúdico ter sensibilidade para enxergar e interepretar devidamente as projeções que a criança faz.

Através de jogos, desenhos, sons e brincadeiras, o paciente é trabalhado e entra em contato com o que há de mais profundo dentro dele. Aqui, eu enxergo todos como são e os aceito do modo como a mim chegam. Cada paciente requer um tratamento específico, direcionado a ele. O paciente projeta em um mundo de fantasias, o que ocorre na sua realidade e assim, através das intervenções terapêuticas, os seus problemas são solucionados.

Os adultos, quando doentes emocionalmente, não trabalham bem. As crianças, não brincam e não aprendem como deveriam. Comportamentos fora do padrão são comuns quando algo não está bem no nosso mundo interno.

O melhor momento para buscar uma ajuda terapêutica é logo que o problema é percebido pela família, pois geralmente o problema é percebido depois de um tempo já instalado. Ou seja, na maioria dos casos, o problema já existia há mais tempo do que se imaginava.

Como com qualquer ferida externa ao corpo, se tratada no início, a solução vem muito mais rápido, o mesmo ocorre com as feridas internas. Quanto antes forem tratadas, melhor, pois poupa a pessoa de passar por mais dor e sofrimento.

Isso é fato tanto para pacientes que possuem alguma patologia, quanto para os que precisam de ajuda devido a conflitos emocionais e comportamentais temporários.

Primeiro é preciso aceitar a existência do problema com o nome real que ele tem. Só assim, aceitando o problema, é possível olhá-lo com respeito, colocar-se no lugar do outro e, de fato, colaborar para o verdadeiro processo de cura.